Publicado em: 08/02/2022
Será liberada nesta terça-feira (08/02) a vacinação contra a Covid-19 para todas as crianças com idade entre 05 e 11 anos independente de possuir comorbidades, deficiências permanentes ou serem indígenas. A liberação da faixa etária aconteceu em função do recebimento de 901 doses do imunizante pela Secretaria Municipal de Saúde na tarde da segunda-feira (07/02).
Para receber a dose os pais e responsáveis devem agendar a
aplicação em uma das Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou na Policlínica
Municipal para que não haja perda da vacina. Uma vez aberto o frasco, o conteúdo
deve ser usado em poucas horas devido ao curto prazo de validade.
As doses ainda serão disponibilizadas no próximo sábado
(12/02) na Policlínica sem necessidade de agendamento prévio entre 8h e 13h. Caso
os pais ou responsáveis legais não possam comparecer no momento da aplicação, o
acompanhante da criança deverá trazer a carta de autorização para aplicação da
vacina do Covid-19 assinada pelo responsável. Ainda é necessário levar os
documentos das crianças, como CPF e cartão de vacinação.
A imunização é realizada com duas doses das vacinas. Cada
imunizante tem um intervalo diferente. No caso da vacina Pfizer pediátrica, o
intervalo para segunda dose será de oito semanas e a Coronavac exige quatro
semanas.
Em São Lourenço já foram imunizadas 753 crianças contra a
Covid-19. “Os pais devem levar os seus filhos o quanto para receber a vacina
contra a Covid-19. Ela é eficaz e não apresenta contraindicações. Essa é a
forma mais eficaz de proteger as crianças contra a doença”, alertou Patrícia
Lessa, secretária Municipal de Saúde.
O cartão de vacinação no momento da vacinação é
imprescindível, pois os profissionais de saúde poderão analisar a situação
vacinal de cada uma das crianças.
“Ao analisar a situação de cada criança em relação a
vacinação, os pais ainda serão orientados quanto a atualização do cartão de
vacinação. Vamos sempre dar preferência para a vacina da Covid-19, orientando o
aprazamento e agendamento das próximas doses em atraso”, explicou Akemi Murata,
coordenadora de Vigilância em Saúde.

